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Um pouco sobre
aniversariante
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Luiz Gilberto de
Barros,
artisticamente
conhecido como
Luiz Poeta, é
intérprete,
violonista,
guitarrista,
poeta, compositor,
artista plástico e
professor de
Língua Portuguesa,
Literatura e
Produção de
Textos, lecionando
atualmente no
Município do Rio
de Janeiro, onde
reside.
Sua obra artística
é eclética e
engloba mais de
10.000 trabalhos
(músicas, poesias,
ensaios contos,
novelas e
crônicas).
É Diretor Cultural
da Associação
Cultural Encontros
Musicais, RJ,
sendo responsável
direto por sua
criação, produção
e correção de
textos
Participante ativo
de atividades
voltadas para a
arte, já foi um
dos vencedores dos
dois concursos de
poesias realizados
pela Secretaria de
Educação do
Município, tendo
sido agraciado com
o prêmio de
Preservação do
Patrimônio
Cultural Municipal
Antônio de
Alcântara Machado
juntamente com o
produtor Marcos
Veiga.
A Premiação
ocorreu no Salão
Nobre da Câmara
dos Vereadores do
Rio de Janeiro ,
onde Luiz Poeta
apresentou-se para
o Presidente da
Câmara, vereadores
e convidados,
juntamente com
alguns músicos
O nome Luiz Poeta
originou-se da
própria relação do
homem Luiz
Gilberto com a
poesia e com a
música, e dos
resultados
produzidos por
esse dom de
escrever, cantar e
tocar um
instrumento a
partir dos
Festivais
Estudantis e
Universitários de
Música Popular
Brasileira.
Seu público é
eclético; ele é
capaz de compor
Bossa-Nova, Rock,
Baladas,
Românticas, Samba
e Gospel – e o faz
com a mesma
sensibilidade que
caracteriza sua
obra.
Participou e foi
co-produtor do CD
Marechal 90 anos
de Encontros
Musicais produzido
por Marcos Veiga,
que inclui uma
faixa multimídia
mostrando a
história do Bairro
de Marechal Hermes
desde sua fundação
em 1913 até os
dias atuais. No
CD, canções de
Luperce Miranda,
Osmar do Cavaco,
Cristóvão Bastos,
Alberto Magalhães,
Delei Duarte, J.
Magno, Serginho
Procópio,
Chiquinho
Macambira, Banda
Solis, Indiana,
André do Cavaco,
Anacleto e do
próprio Luiz
Poeta.
Atualmente está
produzindo seu
terceiro CD “ Nós,
o amor e a guerra
“ . Trata-se de um
trabalho que
inclui rocks,
bossas, baladas e
até sambas. Uma
obra eclética para
uma clientela
multiespecial.
Para o Produtor
musical Marcos
Veiga, e
Presidente da
Associação
Cultural Encontros
Musicais, ouvir
Luiz Poeta é
rememorar as
canções do tempo
em que se fazia
música.
Luiz Poeta costuma
exprimir sua
intenção poética
numa trova de sua
autoria, e
componente do CD
Bossa Light:
“ Quem quiser
cantar meu canto,
Vai chegando de
mansinho;
Tenho voz de
acalanto
E canto de
passarinho. “
E alinhava: “Por
sermos de uma raça
em extinção, é que
devemos lutar pela
preservação da
nossa espécie."
Obrigado por vocês
existirem.
Luiz Gilberto de
Barros – Luiz
Poeta.
Obrigado, por
vocês existirem. |
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Uma poesia do aniversariante 
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ESCUTÂNCIAS
Luiz Poeta (
sbacem-rj ) - Luiz
Giberto de Barros
Às 13 h e 8 min do
dia 29 de maio de
2005 do Rio de
Janeiro
www.luizpoeta.com
Quando quero te
falar, nunca te
grito;
Minha voz é o teu
silêncio me
escutando
Só te falo com o
olhar com que te
fito
Se evitas meu
olhar, vais te
evitando.
É assim, o meu
sorriso mais
aflito,
Sempre grita a dor
aflita, que ao
calar
Grita dentro de
mim mesmo a dor
que grita
Sem que possas, se
me evitas, me
escutar.
Na canção solta no
ar, a voz levita
E é na voz que a
canção quer se
soltar;
Se a canção se faz
com a voz, que é
tão bendita,
É na voz que a
canção vai
flutuar.
Só quem pode ver
além da voz do
olhar
É que pode
compreender
qualquer escrita
A palavra pode
apenas registrar
O silêncio, mas o
olhar é que mais
grita.
O amor detona a
dor que o dinamita
Quando a flor da
emoção se
despetala
E se a dor vem da
atitude mais
restrita,
O amor espalha
pétalas na sala.
É assim, mesmo com
a força que a
embala,
Toda dor de um
coração sempre é
finita
Porque quando a
voz do amor também
se cala
Dá lugar a outra
voz... bem mais
bonita.
Direitos Autorais
Reservados
Biblioteca
Nacional - RJ
|
|
Borboleta Poeta oferece a
você uma poesia de sua
autoria:
|
MAIS OU MENOS?
Elen de Moraes
Quantos anos se
passaram!
Quantos dias se
perderam!
Outros tantos se
ganharam...
Ilusões e
desenganos
E todas as
esperanças,
Do sofrido
coração,
Partido e
remendado,
Espalhadas pelo
chão.
Atrás ficam as
lembranças,
Sentimento
derramado,
Que sangra de
emoção.
Novo ano.
Recomeço.
E tempo de
redenção
Das fantasias e
sonhos,
Que ainda coabitam
Fértil imaginação.
Desejo que o teu
medo
Mude-se de
endereço.
Se tua fé for
provada,
Que não fique em
desenredo
E nem
desacreditada.
Vida eterna tem um
preço!
Mais um ano que
viveste
Ou um outro que
perdeste?
Não é de palavras
jogo
Para fazer poesia.
Sim, tua prova de
fogo,
Tua maior alegria,
Talvez única
saída,
Pra fazer deste
presente,
E na mais justa
medida,
De um jeito
consciente,
O melhor pra tua
vida!
Elen de Moraes
(borboleta poeta)
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Rio de janeiro, 21 de
Julho de 2005.

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